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  • Operação desarticulou grupo que gerou prejuízo milionário

    As investigações foram iniciadas a partir da constatação do elevado grau de sonegação fiscal praticado pelas empresas do setor atacadista de alimentos HJ Distribuidora e Pier Marin Distribuidora. A força-tarefa constatou o uso de laranjas na composição dos quadros societários das empresas, e ainda lavagem de dinheiro e outros crimes correlatos, cometidos


    Operação desarticulou grupo que gerou prejuízo milionário
    Foto Polícia Civil

    Um esquema que causou prejuízo de R$ 25 milhões aos cofres do Estado foi desarticulado nesta quinta-feira, dia 22, pela Operação Pé de Coelho, deflagrada por força-tarefa formada pela Secretaria da Segurança Pública, Sefaz e Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA). A ação cumpriu oito mandados de busca e apreensão em Salvador, Itaparica e Lauro de Freitas. O alvo do mandado de prisão não foi localizado e é considerado foragido. Durante o andamento da operação uma pessoa foi presa em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e também de entorpecente.


    As investigações foram iniciadas a partir da constatação do elevado grau de sonegação fiscal praticado pelas empresas do setor atacadista de alimentos HJ Distribuidora e Pier Marin Distribuidora. A força-tarefa constatou o uso de laranjas na composição dos quadros societários das empresas, e ainda lavagem de dinheiro e outros crimes correlatos, cometidos com a intenção de burlar o fisco estadual.


    A delegada da Polícia Civil, Fernanda Asfora, ressaltou a importância da ação conjunta. “Já vínhamos realizando esse trabalho integrado com a Sefaz e o Ministério Público e no cumprimento dessa Operação atuamos com oito equipes, cada uma com um delegado e três investigadores, para cumprir os mandados e o resultado foi muito positivo”, disse.


    "A operação Pé de Coelho visava levantar informações a respeito de crimes contra a ordem tributária, crime de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Várias empresas eram criadas em nome de laranjas e essas empresas iam sucessivamente acumulando débitos tributários, eram encerradas e sucedidas por outras empresas no mesmo ramo", explica o promotor do MPBA Hugo Cassiano de Santana.

    Esses crimes, de acordo com a força-tarefa, contribuíram para desestabilizar o mercado mediante prática de concorrência desleal, e permitiram aos envolvidos acumular patrimônio de forma irregular. Tais condutas podem ser enquadradas na Lei Federal nº 8.137/90, que define os crimes contra a ordem tributária.

    Segundo a inspetora de Investigação e Pesquisa da Sefaz-Ba, Sheilla Meirelles, o objetivo da operação é recuperar o valor dos impostos sonegados. “Buscamos identificar propriedades, bens, de modo que esse valor possa voltar aos cofres do Estado. Foram coletados também diversos contratos de outras empresas, escrituras de imóveis e de propriedades de veículos”, sinalizou.


    Força-Tarefa


    Pela SSP atuou o Draco da Polícia Civil, pelo Ministério Público Estadual o Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e aos Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica, as Relações de Consumo e a Economia Popular (Gaesf) e Pela Sefaz-Ba, atua a Inspetoria de Investigação e Pesquisa Fazendária (Infip), da Secretaria da Fazenda.



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